Empreendedorismo

A Sociedade


Surgindo como um projeto único em Portugal, A Sociedade é um open studio de 150 m2, com cozinha e cheio de luz natural no Príncipe Real, em Lisboa, mas sobretudo, A Sociedade é uma oficina criativa gastronómica.

 

Neste espaço promove-se o encontro entre pessoas criativas e inspiradoras da indústria da comida para fomentar conversas, aprender e partilhar conhecimentos.

 

 

O que é/qual é o negócio? 

A Sociedade é um projeto único em Portugal - uma oficina criativa gastronómica. Deste projeto fazem parte 3 pequenas empresas, que pela sua diversidade mas por todos terem o mesmo objetivo ajudam a Sociedade a tornar-se tão diferente e especial, a Food People and Design , que é um food branding studio, Azeitona Verde uma quinta biológica produtora de azeite biológico e com fortes convicções de preservação da natureza, e o Bananal Food Lab um projeto português mas que começou no Brasil que incentiva jovens chefs a utilizar produtos autóctones. Na Sociedade fazemos eventos, workshops, palestras, promovemos encontros, chefs nacionais e internacionais promovemos experiências, é um espaço multifacetado.

 
De onde nasceu? 

Da vontade de provocar mudanças de comportamentos. Devido ao nosso trabalho estar ligado à comida, em todas as suas vertentes, e depois de ter visitado muitos projetos, ter tido contacto com chefs, jornalistas, escritores e bloggers, lido muitos livros e artigos verifiquei que nós, como consumidores, estamos muito mal informados sobre o que se passa com a comida que comemos. Por alguma razão a informação que nos chega tem sempre interesses económicos por de trás, nunca é 100% verdadeira e a melhor para nós. Foi assim que surgiu a ideia ter um espaço para partilhar conhecimento e informação de uma forma isenta, para educar e inspirar os consumidores para fazerem melhores escolhas em relação à comida, assim surgiu A Sociedade.

 

Missão? 

A missão d' A SOCIEDADE é promover o encontro de pessoas criativas e inspiradoras no mundo da alimentação, promover encontros, conversas, aprender, educar o gosto e sobretudo partilhar conhecimento. 


Financiamento? 

O financiamento foi pessoal.


Promoção? 

A promoção d' A Sociedade foi a chamada mouth to mouth.
 

Onde esperam chegar? 

Ser provocativos suficientes para mudar mentalidades relativamente ao que se passa no mundo da alimentação. E onde esperamos chegar brevemente... a um espaço maior!

 

 

Como lidaram com a incerteza inicial? 

Com calma, apesar de desde o lançamento A Sociedade ter corrido muito bem, sabemos que um projecto tem sempre várias fases e não podemos ficar inebriados com sucesso instantâneo, temos que entender cada uma das fases que um lançamento passa e sobretudo estar atentos aos sinais, para termos tempo de mudar de estratégia se for necessário.


Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto? 

As pessoas que estão ligadas de uma forma ou de outra ao projeto são o nosso maior trunfo. O nosso ingrediente secreto foi a capacidade que tivemos de criar um espaço com uma atmosfera onde todos se sentem bem-vindos junto como uma habilidade para nos recriarmos constantemente. 
 

O que sugerem a quem começa?

Quem vai começar um negócio próprio, tem que ter presente que vai trabalhar mais do que alguma vez trabalhou na vida, que não desanimem com a burocracia e com as primeiras frustrações. Que estejam atentos, e que se virem que as coisas não estão a correr como o previsto talvez o conceito precise de ser revisto, mudando o conceito ou estratégia se for necessário.


Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

O melhor conselho que recebi foi de um amigo que é CEO de uma grande empresa. Foi relativo a um projeto para o qual me considerava totalmente preparada e sobretudo muito melhor que tudo o resto. A resposta que veio dele foi dura, mas fez-me realizar que não estava tão preparada como pensava e que não tinha feito um trabalho que é essencial - "Se achas que estás 1000 vezes à frente, ótimo, mas só vais ganhar se agires como se estivesses 1000 vezes atrás". No fundo isto implicava fazer um trabalho minucioso e realista de análise da concorrência e do mercado, em vez de estar a inventar a roda. Foi uma lição dura que aprendi, pois quando me deram a oportunidade para o fazer já tinha passado, e de facto não correu bem. A partir desse momento, este foi um conselho que passei a ter bem visível num post it colado ao meu computador, para me lembrar que há coisas muito importantes que têm que ser feitas antes de se começar um projeto.

 

Mais informações em asociedade.pt.

 

 

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