Artinvitro


Quando a biotecnologia se uniu à Arte, nasceu a Artinvitro, um projeto integrado na incubadora da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) que cria plantas em frascos. A surpresa no meio de tudo isto? É que só necessitam de luz para sobreviver.

 

 

Qual é o negócio/ missão??

A ArtinVitro é uma empresa que tem como missão unir ferramentas biotecnológicas com uma componente artística de forma a criar produtos, neste caso plantas, que sejam belos, fáceis de cuidar e que tenham uma componente didática.

 

De onde nasceu?

É uma pergunta à qual não há uma resposta simples, pois foi a conjugação de vários fatores. Como estava a fazer um trabalho em cultura in Vitro em plantas ornamentais, para possível produção, já tinha bastante sensibilidade para os gostos e necessidades do mercado sobre essa matéria. Na pesquisa que estava a efetuar para o estágio ficaram informações, como a consumo crescente de plantas suculentas que não precisam de muitos cuidados. Ao olhar para o trabalho que estava a desenvolver comecei a vê-lo de outra forma, não como investigador mas vendo que após instaladas as plantas em meio de cultura eu só as tinha de monitorizar, logo não tinha mais “trabalho” com elas e assim surgiu a ideia. Por curiosidade criei os meus primeiros “protótipos” e só depois o projeto foi evoluindo até chegar aos produtos que atualmente estão disponíveis. 

 

Financiamento?

O financiamento foi em grande parte obtido por meios próprios e outra grande parte por uma campanha de crowdfunding na plataforma PPL. Contamos ainda com o apoio da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, através da possibilidade de nos instalarmos na incubadora de empresas da mesma e de usufruirmos do laboratório de cultura in Vitro de tecidos vegetais do departamento de Genética e Biotecnologia.

 

Promoção?

A promoção do produto tem sido feita maioritariamente através das redes sociais, contudo marcamos também presença em feiras e eventos de artesanato e artes, dando deste modo a conhecer o conceito e os produtos, pois é diferente ver em fotografias ou poder pegar e “sentir” todo o conceito dos mesmos.

 

Onde esperam chegar?

Tendo em conta que ser-se feliz no trabalho já é um objetivo alcançado, o principal desafio neste momento é ter um crescimento sustentável da empresa, em todos os aspetos. Ambicionamos ainda chegar a todo o mercado nacional, tendo o reconhecimento da marca e do conceito e, se possível, começarmos a exportar para outros países.

 

Como lidaram com a incerteza inicial?

Bem…a incerteza existe em todos os passos do projeto. A forma como lidamos foi e é uma mistura de otimismo com pragmatismo, em que esperamos o melhor, estando sempre preparados para o pior cenário possível.

 

 

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

O maior trunfo acho que foi sempre nos aliarmos e fazermos colaborações com outras empresas, como acontece com a Quartz visual Lab e a Ruprestis coop. Estas parcerias permitem-nos ajudarmo-nos mutuamente e ao mesmo tempo evoluir e aprender sempre mais.

 

O que sugerem a quem começa?

Sugerimos que não façam um bicho de 7 cabeças a cada problema que surgem, para acreditarem no produto/serviço que fornecem e não desistirem à primeira dificuldade.

 

Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

Trabalhar acreditando que se irá atingir os melhores resultados, mas estar sempre preparado em todos os aspetos para os vários cenários possíveis.

 

 

Mais informações no site oficial da Artinvitro.

 

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