Empreendedorismo

As Damas de Paus


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Leonor Pimentel e Isabel Ferrão, amigas e colegas da Universidade de Belas Artes da Universidade do Porto, revolveram juntar-se em 2013 para arriscar num projeto de transformação de móveis: assim nascem AS DAMAS DE PAUS.

 

O que é/qual é o negócio?

As Damas de Paus são um projeto de transformação de espaços, sobretudo de peças de mobiliário e decoração, que procuram recuperar objetos que já não tem utilidade, dando-lhes uma nova vida. O nosso conceito base é -não devemos esquecer o passado que nos constrói, mas podemos e devemos adapta-lo á nossa realidade.- 


De onde nasceu?

O projeto nasce da necessidade de colmatar esta necessidade de adaptação dos objetos do passado á nossa realidade. Hoje, com as nossas casas, espaços cada vez mais pequenos, os móveis grandes e escuros não combinam mais com o dia-a-dia das famílias portuguesas, sendo cada vez mais necessário realizar mudanças que transmitam conforto e bem estar.

Assim, e com o aparecimento de lojas de bom design e baixo preço, os espaços começaram a transmitir este conforto tão desejado...o problema é que entrar na nossa casa ou na casa do vizinho começou a ser quase o mesmo. Onde está a nossa identidade? Onde está a nossa história? 

Quantos de nós tem aquele velho móvel -onde a  avó escondia os rebuçados-  na garagem a apanhar pó e não sabem o que lhe fazerPorque nos ligamos aos objetos pelas memórias que nos trazem é que surgem as Damas de Paus, que transformam estas peças numa linguagem mais leve -ao estilo do shabby chic- que significa que o antigo é chique- em que a nossa história se adapta á nossa realidade de uma forma única e que é só nossa.

 

Missão?

A missão d´As Damas de Paus é recuperar estas matérias, espaços nobres por meio da transformação e reutilização, em que seja possível identificar a sua identidade e a tradição adaptadas á contemporaneidade, isto é, dando conforto e bem estar mas mantendo a traça original e única que cada peça possua.


Financiamento?

O projeto é autossustentável e foi crescendo durante os últimos quatro anos. 


Promoção?

O projeto é promovido através das redes sociais, sobretudo pelo facebook, pelo boca-a-boca em que um cliente nos leva a outro. Fazemos também distribuição de flyers a anunciar o nosso serviço, participamos em pequenas feiras de rua onde vendemos pequenas peças decorativas transformadas e realizamos workshops onde ensinamos técnicas de transformação e onde angariamos alguns clientes também.


Onde esperam chegar?

O nosso objetivo é tornar este conceito moda, sensibilizando e consciencializando as pessoas para o não desperdício, olhando para a realidade com novos olhos e diferentes potencialidades.

O nosso atelier fica no Porto, mas estamos a iniciar os nossos serviços também na zona de Óbidos, esperando que a nossa atividade se alastre por todo o país e mais além.


Como lidaram com a incerteza inicial?

Começar um projeto por conta própria não é fácil. Houve um ano em que procuramos traçar uma diferente trajetória e que não correu bem, foi necessária uma readaptação dos nossos objetivos para tudo começar a crescer. É necessário acreditar naquilo que se faz, gostar do trabalho que se pratica no dia-a-dia, ser perseverante, aproveitar todas as oportunidades e trabalhar, trabalhar e trabalhar. 



Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

Somos realmente profissionais na prestação dos nossos serviços, fazemos um trabalho de alta qualidade com preços muito competitivos. Temos a nossa própria traça que procuramos conciliar com a do cliente. Mas o nosso maior trunfo é a nossa alegria e educação, boa disposição e jogo de cintura, fundamentais para lidar com os diferentes tipos de clientes que vão surgindo.


O que sugerem a quem começa?

O primeiro pequeno passo é sempre o mais difícil, o primeiro telefonema, a primeira reunião -não adiar o que tem que ser feito- é pensar e fazer logo. Trabalhem com alguém com quem tenham uma boa relação e partilhem com o máximo de pessoas possível aquilo que fazem, revelando a vossa paixão pelo trabalho que executam.


Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

Já recebemos muitos concelhos, alguns até contraditórios, mas o melhor concelho é aquele que a experiência nos dá. Ouvir os outros sim, mas decidir de acordo com aquilo que o coração nos diz.

 

Mais informações em asdamasdepaus.wixsite.com.

 

 

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