Full Circle


Hoje conhecemos a Full Circle, uma startup portuguesa reconhecida pelo desenvolvimento de soluções eHealth.

 

 

O que é/qual é o negócio?

A Full Circle é uma startup, criadora de uma plataforma de teleconsultas, desenvolvida para estabelecer a ligação entre utentes e médicos particulares, hospitais privados e clínicas, através de computadores, tablets e smartphones.

A nossa solução proporciona cuidados de saúde de qualidade através de consultas vídeo em tempo real, para utentes que residem em áreas isoladas e também para aqueles que pretendem poupar tempo e dinheiro em deslocações, com acesso a serviços médicos amplos e qualificados.

 

De onde nasceu?

A Full Circle nasceu em Dezembro de 2016 pelo seu CEO e fundador Dimitar Kókov. Atualmente a startup está sediada naquela que foi considerada a melhor incubadora de empresas do mundo em 2010, o Instituto Pedro Nunes em Coimbra.

 

Missão?

A nossa missão é facilitar a vida dos utentes, proporcionando-lhes a marcação de consultas regulares a partir do conforto do seu lar ou de qualquer outro lugar conveniente, beneficiando de uma lista alargada de médicos especialistas. 

Pretendemos contribuir para a diminuição do número de pessoas sem acesso a cuidados de saúde primários - só em Portugal este número chega às centenas de milhar, sendo este um problema à escala europeia. Para estas dificuldades contribuem a localização geográfica do utente, as suas condições de trabalho que muitas vezes não permitem que se ausente para ir a uma consulta, custos e tempo associados às deslocações e a exposição a doenças nas instituições de saúde. Nós conseguimos conectar um utente que resida em Bragança a um médico que se encontre num hospital em Lisboa numa questão de segundos, eliminando todos estes obstáculos.

Exemplificando, há meses acompanhei um familiar numa deslocação de Coimbra para o Porto para uma consulta médica de segunda opinião. Contabilizando a viagem de carro e o tempo de espera no consultório médico, todo o processo demorou mais de 4 horas. Além disso, a deslocação custou cerca de 40€, incluindo portagens e combustível. A consulta em si demorou 15 minutos, tendo sido discutidos pormenores sobre sintomas e dados de exames anteriores. Com a plataforma Full Circle, teria poupado mais de 4 horas, 40€ e ainda todo o incómodo inerente à deslocação.

Faz também parte da nossa missão beneficiar os profissionais de saúde, uma vez que a nossa plataforma expandirá a sua área geográfica de atuação, lista de utentes e rendimento.

Pensamos também no setor empresarial e por isso criamos planos atrativos para as empresas, de modo a diminuir o absentismo dos seus trabalhadores, que traz anualmente prejuízos significativos à economia.

 

Financiamento?

O projeto é vencedor do programa StartUP Voucher, uma das medidas da StartUP Portugal, que faz parte da Estratégia Nacional para o Empreendedorismo. Através deste programa beneficiamos de uma bolsa mensal, serviços de mentoria e apoio técnico. Neste momento estamos também numa fase de Pre-Seed, negociando com investidores internacionais. 

 

Promoção?

A Full Circle foi escolhida para fazer parte do Web Summit 2017 em Lisboa, o que promoveu o nosso nome e despertou o interesse em nós por parte dos média, de potenciais utilizadores e investidores. Utilizamos redes sociais como o Facebook e o Twitter, mas sem dúvida destacamos o nosso website que aconselhamos vivamente que visitem - www.meetfullcircle.com. Também promovemos a Full Circle em eventos e feiras tecnológicas.

 

Onde esperam chegar?

Esperamos ser líderes no mercado nacional de Teleconsulta e alargar os nossos horizontes no mercado europeu. Depois de concretizados estes objetivos, e com base no próprio conceito da nossa plataforma, não existem limites geográficos. 

 

Como lidaram com a incerteza inicial?

O objetivo que existiu desde o início de melhorar a qualidade da vida das pessoas, sobretudo das populações isoladas, sempre me motivou a vencer as incertezas e a acreditar que este projeto, por trazer benefícios reais para as pessoas, tem potencial para ter sucesso.

 

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

A nossa equipa é o nosso maior trunfo. Os nossos membros já desenvolveram software para um dos melhores hospitais e empresas farmacêuticas nos EUA, entre muitos outros projetos nacionais e internacionais para clientes notáveis. 

O ambiente positivo que existe na equipa ajuda-nos a ser mais produtivos, mais focados nos nossos objetivos e sobretudo a enfrentar os desafios com calma e, claro, a tirar mais prazer quando os vencemos.

 

O que sugerem a quem começa?

Sugiro a qualquer pessoa ou empresa que esteja a iniciar-se que apresente a sua ideia de negócio à incubadora de empresas mais próxima, pois ter a infraestrutura e o apoio que uma incubadora pode fornecer é muito importante, especialmente no início de um projeto.

Se virem a vossa ideia rejeitada por potenciais clientes ou investidores não desistam de a promover e não tirem daí conclusões negativas sobre o projeto, mas apenas aspetos a melhorar nos próximos contactos. Usem essas experiências para continuar à procura daqueles que acreditam no vosso projeto, porque estas são as figuras que vão realmente apostar no vosso negócio a longo prazo.

 

Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

Não acredito que haja apenas um conselho profissional que nos garanta o sucesso. É preciso ouvir todas as opiniões, as boas e as más, e com tempo e trabalho aprender a valorizar as atitudes que nos levam ao sucesso.

 

Mais informações em meetfullcircle.com.

 

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