TerraDrone


A terraDrone opera em Portugal desde 2014, dedicando-se ao mapeamento aéreo do território com veículos não-tripulados. Estes são capazes de cobrir faixas de 30 km ou áreas de 1000 hectares por dia, dependendo da topografia, geometria e tipo de coberto.

 

Recorrendo a GPS e sensores adaptados a cada tipo de trabalho, os produtos gerados têm como objetivo apoiar a gestão sustentável dos recursos naturais e a monitorização de sistemas agrícolas, florestais ou ambientais, mas também apoiar levantamentos topográficos, cadastro rústico e ordenamento do território, entre muitas outras aplicações.

 

 

O que é/qual é o negócio?

A base do negócio é o mapeamento aéreo com recurso a drone, para apoio à gestão ambiental, florestal e agrícola. Recorremos a sensores especializados para a análise da vegetação de modo a quantificar biomassa, monitorizar pragas e doenças ou simplesmente fazer um levantamento de necessidades quanto a limpezas ou intervenções, entre outros.

 

De onde nasceu?

A ideia nasceu da necessidade de obter dados de uma forma expedita e a baixo custo, numa altura em que assiste a uma massificação do uso dos drones. Dentro das inúmeras aplicações, acreditámos que a sua aplicação na sustentabilidade do meio ambiente era um casamento perfeito.

 

Missão?

Temos como missão levar a gestão espacial às entidades gestoras de espaços verdes, urbanos e rurais, por forma a monitorizar a vegetação e o território na sua vertente ambiental, florestal e agrícola.

 

Financiamento?

Começámos a empresa com capital próprio – cerca de 20,000 € - e a partir daí o crescimento foi orgânico e sustentado, tendo superado largamente o investimento inicial.

 

Promoção?

A promoção foi feita praticamente através de referências, vulgo “boca a boca”, entre profissionais da área que foram ganhando interesse no nosso trabalho. Também apostámos um pouco nas redes sociais, para mostrar trabalho e em artigos científicos, de forma a ganhar credibilidade no mercado.

 

Onde esperam chegar?

A empresa foi criada com o objetivo de se estabelecer como uma referência nacional na operação e processamento de dados captados via drone, mas o mercado internacional é o nosso objetivo. Já fizemos trabalhos em Portugal, Espanha, Angola e São Tomé e Príncipe, e se a empresa continuar a crescer a bom ritmo, contamos chegar a mais países.

 

Como lidaram com a incerteza inicial?

A incerteza é única certeza quando se começa, portanto lidámos bem com o risco e com o desconhecido. Mas trabalho a trabalho vamos ganhando mais certezas, ficando melhores no que fazemos. A incerteza de hoje combate-se com dedicação.

 

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

O nosso maior trunfo é sem dúvida o nosso conhecimento, o nosso gosto pela inovação e investigação científica. O ingrediente secreto é acreditar.

 

O que sugerem a quem começa?

Não tenham medo de sair da zona de conforto. Só aí podemos aprender e evoluir.

 

Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

“Do not wait; the time will never be just right. Start where you stand, and work with whatever tools you may have at your command, and better tools will be found as you go along.” — Napoleon Hill”

 

Mais informações em terradrone.pt.

 

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