Assim se viveu o NOS Primavera Sound 2019

Obrigado a todos. Voltamos em 2020, de 11 a 13 de junho


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​​Em de​staque no NOS Primavera Sound 2019​​

A música voltou à cidade do Porto​​​​​​​​​​​​​​​​​

Solange (US)
6 de junho
Presença em palco, voz, cenografia, coreografia, repertório, som… A sublimação do R&B ao vivo diante dos nossos olhos. A carreira de Solange não lhe deu só o direito a um lugar na mesa que a cantora exigiu no terceiro álbum, mas também o direito de se tornar no que queria ser.
Stereolab(UK)
6 de junho
Depois de um intervalo de dez anos, os professores reactivaram o seu requintado laboratório, por agora para relançar os primeiros singles e raridades de um corpus experimental que ainda possui uma riqueza emocional surpreendente.
Jarvis Cocker(UK)
6 de junho
Os Pulpófilos do mundo têm apenas dois mandamentos: amarás Jarvis acima de todas as coisas e não lerás as letras das suas músicas enquanto as ouves. Iremos sempre vê-lo mesmo quando não tivermos bem ideia do que ele vai fazer. Assim como iremos desta vez, como todas as vezes. Porque Jarvis vê-se, lê-se e ama-se.
J Balvin (CO)
7 de junho
J Balvin, o homem que celebra a colectividade do reggaeton (Mi GenteI), que nos lembra de “não sermos evidentes” (Tu Verdad), que tem três das melhores vozes femininas da actualidade no seu álbum (Carla Morrison, Anitta y, claro, Rosalía) e, além de tudo isto, procura expandir “el perreo” como libertação. J Balvin, o que une mundos. Y se baila así.
Interpol (US)
7 de junho
Os Interpol ganharam mais do que o direito a soar a eles próprios bem como o direito a serem adorados por essas virtudes que floresceram através da preserverança da banda, com um fluxo melódico e universo lírico de dandismo enigmático que parece escrever-se sozinho na superfície de um disco.
James Blake (UK)
7 de junho
Através do pós-dubstep, que quase apadrinhou, soul autotune e aquele hip-hop que tanto o fascina e no qual ele teve tanto impacto (com Kanye, com Kendrick, com RZA, com Travis Scott... e com Beyoncé), as suas canções dominam o espaço, o subtexto e as texturas.
ERYKAH BADU (US)
8 de junho
Depois de anos de silêncio de estúdio, interrompidos apenas por algumas mixtapes, a rainha do afro voltou ao estúdio e aos palcos para nos lembrar que as suas elegantes actuações ao vivo são como um striptease ao contrário: cada nota, cada palavra e cada colaborador que veste o seu espectáculo torna-a mais sensual, mais exposta, mais... Erykah.
Rosalía (ES)
8 de junho
Em apenas dois anos um país inteiro caiu a seus pés, e embora se tenha debatido o seu impecável álbum sobre o amor mais obscuro e mais visceral, que recebeu o prémio de Melhor Nova Música na Pitchfork e também um Grammy Latino, o mundo inteiro apropriou-se dela.
Nina Kraviz(RU)
8 de junho
Esta selvagem destemida do tecno, que dirige a editora Trip (трип para os interessados em cirílico), é tão implacável atrás da mesa como é nas suas sessões, forrada a tecno da Rússia (com amor) e aperfeiçoadas depois de anos em digressão pelo mundo.
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#NOSPrimaveraSound​​

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