Vivemos num ambiente empresarial marcado por falhas inesperadas, pressão regulatória crescente e um cenário tecnológico cada vez mais exigente. A pergunta que hoje se impõe aos líderes não é se algo irá falhar, mas quando - e como isso vai impactar a produtividade, as equipas, os clientes, a reputação e o cumprimento de normas. Antes de ponderar novos investimentos, o primeiro passo é simples: fazer as perguntas certas e perceber, com clareza, onde estão os riscos e as necessidades.
Apresentamos cinco questões estratégicas que um CEO deve colocar às suas equipas para avaliar, de forma prática, se a empresa está preparada para resistir a choques operacionais - desde interrupções de conectividade e riscos cibernéticos até às exigências diretivas DORA e NIS2.
1. A nossa infraestrutura de rede aguenta uma falha crítica?
Se a ligação principal falhasse neste momento, quanto tempo demoraria até retomarmos a operação? Esta é a base de qualquer avaliação de resiliência - e muitas organizações descobrem vulnerabilidades quando ocorre um corte físico, uma falha regional ou uma interrupção no operador.
O que a equipa deve responder
A equipa deve demonstrar monitorização contínua do desempenho e capacidade de atuar antes de qualquer degradação relevante. Uma infraestrutura reforçada com soluções de conectividade empresarial adequada às operações assegura a disponibilidade de serviços críticos mesmo em cenários de maior pressão.
Empresas que dependem de uma única rota física de conectividade enfrentam maior risco de paralisação em caso de avaria ou corte.
2. Temos pontos únicos de falha escondidos na operação?
Dependências excessivas - um único data center, uma única rota, pouca interoperacionalidade entre sistemas - são riscos silenciosos, mas críticos. Um CEO deve pedir às equipas clareza sobre onde estes pontos existem.
O que a equipa deve responder
As dependências críticas devem estar identificadas e existir mecanismos para isolar falhas sem comprometer todo o ecossistema. É essencial explicar como cada componente é duplicado, monitorizado e suportado por uma arquitetura que garante operação mesmo quando um elemento falha. Soluções como Firewall-as-a-Service reforçam a capacidade de resposta, protegendo o negócio contra disrupções inesperadas e intrusões.
3. Conseguimos trabalhar noutro local sem interrupção?
Um incidente físico num edifício, uma falha elétrica geral prolongada ou a impossibilidade de acesso a instalações devido a um fenómeno podem comprometer operações inteiras, particularmente em áreas críticas ou que operam 24/7.
O que a equipa deve responder
Devem existir locais alternativos preparados, acesso remoto a aplicações críticas e garantias de que as comunicações são restabelecidas rapidamente em caso de deslocação urgente. A equipa deve explicar se estes cenários já foram testados e qual o tempo estimado de restabelecimento. A oferta da NOS Empresas permite ativar rapidamente soluções de continuidade, incluindo Salas de Business Continuity operacionais dedicadas, garantindo que equipas críticas se mantêm funcionais sem interrupções prolongadas.
A capacidade de deslocar operações em poucas horas e utilizar Salas de Business Continuitty, reduz drasticamente o impacto operacional e financeiro.
4. As falhas são visíveis ou só as descobrimos pelos clientes?
Empresas resilientes identificam problemas antes de estes afetarem a experiência do cliente, garantindo uma atuação preventiva que evita interrupções, degradação de serviço e impactos reputacionais.
O que a equipa deve responder
A equipa deve explicar como monitoriza a operação, que sistemas asseguram alertas imediatos e se existe capacidade para antecipar falhas através de padrões anómalos. Devem também demonstrar como combinam dados provenientes de várias fontes e se a resposta a incidentes é automatizada ou depende ainda de intervenção manual. Soluções de Proteção de Negócio da NOS Empresas, como o Anti DDoS, ajudam a garantir a visibilidade e a resposta.
5. Estamos preparados para cumprir as novas diretivas europeias?
Regulamentos como o DORA e a NIS2 tornam a resiliência uma exigência, não uma opção. Obrigam as organizações a demonstrar continuidade, segurança operacional e capacidade de resposta perante incidentes.
O que a equipa deve responder
O CEO deve ter evidências de governance, documentação atualizada, processos formais de teste e mecanismos de reporting exigidos pelas diretivas europeias. Devem demonstrar como lidam com incidentes, como garantem continuidade em casos extremos e se existem métricas que comprovem níveis de desempenho e recuperação. A NOS Empresas disponibiliza diversas soluções que reforçam este alinhamento, entre as quais o SD-WAN, para garantir proteção contínua e registos essenciais para auditorias.
Tanto a NIS2 como a DORA dão grande destaque ao reforço da resiliência operacional digital, deixando claro que a cibersegurança é agora uma prioridade logo ao nível da administração.
Fonte: https://www.int-comp.org/insight/digital-operational-resilience-nis2-and-dora-lessons-for-senior-management/
A diferença entre parar e continuar
A resiliência empresarial não é apenas uma questão técnica, é uma decisão estratégica que protege a continuidade, o crescimento e a reputação. As cinco perguntas deste artigo permitem a qualquer CEO identificar rapidamente onde estão os riscos e onde existem oportunidades para fortalecer a operação, antecipando custos e maximizando benefícios em segurança, eficiência e competitividade.
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