Chefia: Expressões condescendentes que deve evitar


Expressões condescendentes são todas aquelas que transmitem um sentimento de superioridade perante o outro e, infelizmente, muitas são tão comuns que passam despercebidas aos profissionais mais inexperientes, colocando em causa a sua relação com os colegas.


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Explicar o óbvio

Não se explica a um padeiro como se faz pão e isso aplica-se à sua equipa. Explicar ao editor como se produz um vídeo, ao responsável pelo marketing que redes sociais são populares, ou ao contabilista como se fazem contas, é a mesma coisa e, no final, transmite a ideia de que não confia na sua competência, algo que será muito mal encarado pelo outro. Na dúvida se o profissional conhece uma nova técnica ou tendência, questione-o amigavelmente sobre isso e não depreenda que apenas por ser recente, ele não a conhece.


Tenha atenção ao “nunca” e ao “sempre”

Afirmar que o profissional “nunca” faz algo ou que falha “sempre” é na maioria das vezes errado e demonstra desrespeito, falta de paciência, e até desconhecimento do trabalho do outro. Usar termos como “reparei que ultimamente tem chegado atrasado” ou “notei que os seus últimos projetos têm ficado abaixo da média” são modos mais profissionais e menos agressivos de chamar a atenção de alguém. Claro, lembre-se que deve fazer estes reparos no sentido de ajudar o profissional e não de o repreender sem o cuidado de perceber se este está com algum problema.


Não seja intransigente com o português

Evite ser alguém que não admite qualquer tipo de gralha ou má pronúncia mesmo quando acidental, corrigindo o outro de forma agressiva e depreciativa. Aprenda a diferenciar uma gralha de um erro, e entenda que existem palavras que possuem diferentes pronúncias - apesar de uma poder estar mais correta do que a outra, não significa que esteja errada: como dizem os americanos: tomayto, tomahto.


Por exemplo, se o profissional escreve constantemente “à” em vez de “há” você deve fazer o reparo, em privado, de forma a que este melhore a sua comunicação. Contudo, se ele escreve sempre “há” e num relatório deixou passar um “à” por engano, explicar-lhe que “há é de haver” irá somente fazê-lo sentir-se inferior. Ele sabe-o, apenas de enganou, e a explicação acabará por transmitir uma ideia de superioridade desnecessária. 


Outro exemplo é a pronúncia de palavras. Existem pronúncias que dependem do sotaque da pessoa, resultando em profissionais que dizem “Adoube” e outros que dizem “Adóbe”. Aqui, de certa forma, ambas as partes estão certas e tentar corrigir o outro de pouco servirá. No entanto, se um profissional se refere ao “Office” como “Ófficé”, poderá intervir pois a pronúncia pode criar problemas de comunicação.


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Tal como acontece na sua área profissional, é importante manter-se em aprendizagem, captando hábitos aparentemente inocentes que podem estar a prejudicar a sua carreira e relações pessoais.


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