Betweien


É a única empresa portuguesa especializada no desenvolvimento do empreendedorismo junto de jovens do ensino básico e secundário.

 

A Betweien, uma espécie de spin-off da Universidade do Minho, destaca-se pela metodologia utilizada, que envolve colocar os jovens alunos perante situações reais para as quais devem procurar soluções.

 

Os sócios gerentes – Pedro Correia e Narciso Moreira – atestam o sucesso do projeto e a importância da missão para o próprio país, de começar desde cedo a formar o seu futuro.

 

 


O que é/qual é o negócio?
O negócio da Betweien é educação, com um enfoque muito especial na educação empreendedora e na inovação em educação. Neste sentido, concebemos, desenvolvemos e implementamos projetos, ferramentas e instrumentos de fomento de competências empreendedoras. Fazemo-lo junto de escolas, municípios, com jovens e adultos, sempre com o objetivo de capacitar e dar a possibilidade a essas pessoas de desenvolverem competências empreendedoras.


De onde nasceu?
A Betweien existe desde 2011 e tem como base a investigação na Universidade do Minho (mais propriamente do Departamento de Produção e Sistemas), sendo o seu trabalho o resultado das metodologias que foram consideradas mais adequadas para a promoção da educação empreendedora. Antes da Betweien, estas metodologias foram testadas na Universidade do Minho e numa outra empresa, na área das tecnologias educativas, local onde nos conhecemos (Pedro Correia e Narciso Moreira, os sócios) e decidimos avançar com este projeto empresarial, mais especializado. Um dos sócios desde sempre desenvolveu investigação e tem publicações nesta área (Narciso Moreira), o outro é também responsável pelos projetos, mas assume ainda a componente financeira da empresa (Pedro Correia).

 
Missão?
Conceber serviços, instrumentos e ferramentas na área da educação, fomentando a promoção do desenvolvimento de competências empreendedoras junto de crianças, jovens e adultos, estimulando a inovação nos ambientes educativos (formais e não formais), nacional e internacionalmente.


Financiamento?
Obtivemos apoio do IEFP, através da antecipação das mensalidades do subsídio de desemprego, sendo o restante provido com capitais próprios.
 
Promoção?
A promoção da Betweien tem-se realizado de diferentes meios, potenciando o caráter inovador dos seus serviços e produtos e impacto que conseguem. Estamos na web presentes nos seguintes locais: www.betweien.com; www.facebook.com/betweien; www.betweien.tv; www.senhorempreendedorismo.com.

 
Onde esperam chegar?
A Betweien espera continuar a ser uma empresa com enorme capacidade de adaptação e inovação, procurando os mercados externos como forma de crescimento. Continuar a ser capaz de desenvolver novos produtos e ferramentas com impacto no setor da educação.

 
Como lidaram com a incerteza inicial?
Primeiramente, a incerteza não é inicial, é constante. Em segundo lugar, a nossa resposta tem sido o trabalho, procurar constantemente a melhoria e a inovação.

 
Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?
O maior trunfo da Betweien é a capacidade de nos adaptarmos e a inovação, inventando soluções.

 
O que sugerem a quem começa?
Se ainda não começaram, e se tiverem a essa possibilidade, comecem com calma, paulatinamente, pois desse modo podem testar melhor o mercado e verificar a viabilidade da sua ideia e/ou negócio. Se já arrancaram, tentem ser bons, comunicar bem e vender. Pode parecer ridículo, mas muitas pessoas quando iniciam não pensam que têm de vender o seu projeto, o serviço ou o produto, se não venderem, em quantidade suficiente, desaparecerão em pouco tempo!
 
Qual o melhor conselho profissional que já receberam?
Narciso Moreira - Sinceramente não há nenhum conselho profissional que retenha com especial ênfase, que tenha na minha memória como algo fundamental para mim, no entanto, pelos diferentes locais por onde passei, o que penso sempre, se estiver numa empresa: o que estou a gerar à empresa? o que estou a proporcionar à empresa? É algo que as pessoas, pelo que me vou apercebendo, não pensam, infelizmente. Sempre pensei assim, por esse motivo, quando iniciei esta área de trabalho, comecei colocando-me à disposição de uma empresa, sem remuneração, para testarmos uma ideia de negócio, para verificarmos, antes de investirem em mim, a viabilidade do negócio.

Pedro Correia – Lembro-me de uma ocorrência, no início da minha carreira profissional, quando desempenhava as funções de consultor na área Financeira e Recursos Humanos. Assinei um contrato de um ano com a empresa e passados 7 meses quase me duplicaram o salário e disponibilizaram-me carro de serviço, não esperando que tal acontecesse num período de tempo tão curto agradeci quando a minha chefia me comunicou a decisão. A resposta que me deram foi que não valia a pena agradecer, se acharam que me deviam oferecer tais regalias era porque pelo menos estaria a gerar 3 vezes mais à empresa. Na época não entendi a resposta, talvez até a tenha achado exagerada, hoje em dia tenho consciência que qualquer recurso terá de gerar bastante para que seja atrativo a empresa poder contar com ele. Os custos com a estrutura, impostos, e tudo o que está inerente a qualquer empresa, aconselham a qualquer recurso que tenha essa consciência. Se assim for, este parte com um grande avanço, pois tentará gerar valor no seu dia-a-dia de trabalho, no sentido de melhorar os resultados da empresa.

 

Mais informações em betweien.com
 

 

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