B.kini


A b.kini é uma marca desenhada e produzida em Portugal, que se caracteriza pelos seus padrões únicos e combinações improváveis.

 

A promessa é a de oferecer modelos simples e confortáveis os quais não encontrará semelhantes na praia.  Margarida Egea explicou-nos um pouco mais seste seu ambicioso projeto.

 

 

O que é/qual é o negócio?

A b.kini é uma marca de fatos de banho e biquínis 100% portuguesa, dirigida maioritariamente a mulheres portuguesas com todos os tipos de corpo e idades. Como costumamos dizer, trabalhamos uma marca para mulheres reais: com necessidades, preocupações, defeitos, qualidades e que se querem sentir confortáveis na praia.

 

De onde nasceu?

A ideia por trás da criação de uma marca de biquínis surgiu em 2012, quando nos deparámos {Ana Silveira e Margarida Egea} com a falta de originalidade entre as marcas que ofereciam este produto. Os produtos eram na maioria das vezes brasileiros e colombianos, produzidos em série e inacessíveis, muitas das vezes, ao público português. Por coincidência, estávamos numa praia e vimos um bikini exatamente igual ao que a Ana tinha vestido. Brasileiro e bastante caro. Ao comentarmos o facto, decidimos dar cor às nossas vidas profissionais e criámos uma marca com padrões exclusivos e misturas improváveis, a b.kini. Uma vez que na altura não existiam marcas portuguesas que confecionassem biquínis, lançámo-nos nesta aventura que dura há já cinco anos.

 

Missão?

A nossa missão assenta na concretização de um alcance prioritário de um público preferencialmente português em que o que oferecemos ao nível de corte e estampado vá de encontro ao gosto das mulheres portuguesas. Se por um lado temos como principal preocupação uma produção diferenciada, ou seja, não produzimos em grandes quantidades um estampado por modelo, tendo por base que todos os nossos fatos de banho são únicos, por outro, gostamos que o nosso público se sinta confortável com o nosso produto, tendo assim em consideração todos os tipos de corpos.

Para além disso queremos mostrar o quanto o nosso país é especial, daí as nossas produções fotográficas serem apenas realizadas em Portugal e usarmos o coração de Viana como logotipo. Queremos mesmo mostrar que temos orgulho no que é nosso.

 

Financiamento?

A b.kini foi financiada com capitais próprios, sendo que no início do projeto não era a nossa atividade principal. Consideramos a hipótese de internacionalização, e para tal estamos a avaliar as várias formas de investimento.

 

Promoção?

Temos evoluído muito nesta área. Concretamente este ano, temos uma empresa de comunicação a assessorar a marca. Sentimos essa necessidade quando percebemos que as nossas clientes referem que gostariam de ter conhecido a marca há mais tempo. Estamos ainda muito presentes no facebook, no instagram e no Pinterest.

 

Onde esperam chegar?

Esperamos consolidar a nossa marca em Portugal, mostrar ao público as nossas mais-valias. Estas assentam no facto de termos cerca de 150 padrões diferentes por coleção, e de conseguirmos produzir fatos de banho únicos, o que nos distingue das restantes marcas. Por outro lado, queremos cada vez mais adequar os nossos modelos às nossas clientes, para que se sintam confortáveis na praia e, ao mesmo tempo, na moda. Para isso, ouvimos sempre cada uma nos seus pedidos específicos e tentamos na coleção seguinte transpô-los para os nossos novos modelos. Assim, além de melhoramos a coleção todos os anos, fidelizamos o nosso público e por consequência cria-se uma relação emocional com a marca. É o que pretendemos, pelo menos. Por último, temos como objetivo a internacionalização. Contudo, e assentando nas nossas premissas, teremos sempre que estudar o tipo de corpo das mulheres dos países para onde queremos fazer essa internacionalização. Só assim não iremos descaracterizar a marca. Esta aproximação é muito importante para nós.

 

Como lidaram com a incerteza inicial?

Foi uma aposta sem certezas, mas ponderada. Falámos com muitas pessoas mas não haviam marcas portuguesas de b.kinis nessa altura. A moda estava maioritariamente concentrada em marcas brasileiras. Foi, de facto, um risco, pois havia uma preferência muito clara por essas mesmas marcas. No entanto, as mulheres queixavam-se que esses mesmos modelos não assentavam nos seus corpos.

Como sabíamos que os portugueses são amantes de praia e que era estranho não existirem marcas de fatos banho portuguesas decidimos avançar. E foi com essa premissa que iniciamos o projeto com um espírito empreendedor e com muita vontade de trabalhar e também de aprender.

 

 

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

Apresentar um produto diferenciador, com qualidade e adequado ao nosso público alvo. Trabalhar e criar durante seis meses para apresentar uma coleção. Focarmo-nos na criatividade trabalhando afincadamente na escolha de padrões e de modelos. Apostamos numa coleção cada vez mais profissional e com melhor qualidade.

 

O que sugerem a quem começa?

Quando se começa um negócio tem que se pensar obrigatoriamente no que vamos propor ao nosso público alvo. Se o produto não acrescentar nada de novo e for mais um no mercado tem uma curva de sucesso muito reduzida. O consumidor nos dias de hoje é muito mais exigente, tira as suas próprias ilações e não se convence com qualquer tipo de produto. Criar uma marca é fácil, o difícil é mantê-la no patamar que queremos durante o período de tempo que planeámos.

 

Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

O crescimento sustentável é a melhor garantia para a marca. As marcas "gastam-se” às vezes em períodos muito curtos, o mercado satura-se e os clientes fazem facilmente outras escolhas. O meu conselho que já recebemos é para continuarmos a fazer o nosso trabalho. E isso para nós é muito gratificante.

 

Mais informações em bkini.pt.

 

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