The Feeting Room


A The Feeting Room é um projeto colaborativo entre marcas, designers, artistas plásticos e, no fundo, qualquer pessoa que tenha uma visão única.

 

Com foco no calçado (mas não exclusivamente dedicado a este mercado), a The Feeting Room dá especial atenção ao detalhe e tem como grande objetivo introduzir marcas e indivíduos de excelência à população em geral e torna-los assim mais acessíveis.

 

 

O que é/qual é o negócio?

A Feeting Room é uma concept store focada na apresentação ao mercado de todos os elementos de um lifestyle em que acreditamos e para o qual procedemos à seleção das principais marcas nacionais. Assumimos a portugalidade de todos os nossos parceiros sendo que os principais elementos em comum a todos são a qualidade e o design e não a sua origem. Somos um coletivo de marcas que tem na nossa designação o produto core, o calçado (FEETing room) mas que não se resume a essa oferta, passando também pelos acessórios de moda, o vestuário, a joalharia e as peças de arte e decoração.

 

De onde nasceu?

A ideia nasceu de três amigos, Bruno Araújo, Edgar Ferreira e Guilherme Oliveira, que aliando experiências profissionais e gostos em comum viram no mercado uma oportunidade que decidiram explorar. O conceito passou pelo desenvolvimento de um modelo de negócio com maturidade longa para que pudéssemos apresentar aos nossos parceiros uma proposta de valor que fosse verdadeiramente irrecusável.

 

Missão?

Apresentar ao mercado uma seleção de produtos muito criteriosa proporcionando em cada visita, quer à nossa flagship store, quer à plataforma de vendas online, uma experiência de consumo diferenciada e que promova a revisita.

 

Financiamento?

A empresa que detém a marca The Feeting Room nasceu de um baixo investimento inicial resultante exclusivamente de capitais próprios.

No primeiro momento da operação optamos por uma solução de maturidade curta, uma pop up store no Arrábida Shopping, com duração de apenas seis meses. Rapidamente confirmámos a validade do nosso plano de negócios e interpretando os inputs que o mercado nos foi dando arrancamos de imediato para o segundo momento da operação, bastante mais ambicioso, com a abertura da atual flagship store. Este momento coincidiu com a entrada de mais um sócio no capital da empresa, o Arnaldo Pinto. Atualmente estamos já em negociação para abertura de um espaço em Lisboa sendo que todo o processo tem resultado de capitais próprios e do reinvestimento orgânico da própria operação.

 

Promoção?

Apostamos na criação de conteúdos válidos para o nosso segmento de mercado através de ligações estreitas com uma diversidade de blogues e líderes de opinião. Não dispensamos a gestão própria das nossas redes sociais até pela proximidade aos nossos clientes.

Acredito, porém, que a qualidade do nosso serviço e dos produtos que disponibilizamos tem sido o maior veículo de comunicação pois temos beneficiado da publicação de artigos de opinião em inúmeras revistas, quer nacionais, quer internacionais.

 

Onde esperam chegar?

A nossa visão no longo prazo é simples. Conceder escala à nossa operação para que todos os nossos parceiros consigam beneficiar de um posicionamento estratégico na gestão das suas marcas, mas também na sua expressão geográfica. Como tal, parece-nos claro que a internacionalização seja o caminho mais evidente.

 

 

Como lidaram com a incerteza inicial?

A incerteza é uma constante nos momentos economicamente mais adversos. Nestes momentos, o mercado é muito seletivo descartando com muita rapidez os conceitos menos testados e menos robustos.

Creio que a forma mais fácil de lidar com a incerteza é efetuando extrapolações conservadoras no modelo de negócio, acreditando no conceito, mas, acima de tudo, estar atento ao feedback que os indicadores da operação vão dando.

Por definição, o planeamento deverá ser a regra, mas sempre flexível em função da informação proveniente da gestão diária.   

 

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

Sem qualquer dúvida, a dedicação. Para que ao apostarmos na qualidade, quer do serviço, quer dos produtos, se privilegie a experiência do consumidor.

 

O que sugerem a quem começa?

Que seja suficientemente obstinado na introdução conceito, mas que esteja atento ao feedback que o mercado vai dando. A consistência e a coerência são cruciais no negócio, mas isto não significa ser autómato na gestão.

 

Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

Que desconstruísse ao máximo a operação do conceito que pretendia introduzir para que conseguisse ler com facilidade as informações que o mercado vai dando. Não há bons conceitos sem boa gestão.

 

 

Mais informações em thefeetingroom.com

 

 

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