Invisible Collector


Com o intuito de simplificar e facilitar a comunicação entre empresas e clientes, a Invible Collector tenta ajudar ambas as partes em disputas financeiras.



O que  é/qual é o negócio?
Resolução automática de disputas financeiras e descodificação de comportamentos, facilitando toda interacção das empresas para com os seus clientes na solicitação de pagamentos, bem como dando a estes uma oportunidade de apenas num passo associarem a estes processos, reclamações e pedidos de ajuda financeira caso se encontrem perante alguma dificuldade legítima.

De onde nasceu?
Às vezes os planetas do sistema solar ficam alinhados, foi um pouco o que aconteceu com as agendas dos 3 fundadores da Invisible Cloud.

No início de 2016, todos estávamos com vontade de inovar e investir, e tendo por base o mercado de collections, no qual o Miguel tem grande experiência profissional, e aquilo que é o constante da evolução da economia no que toca a automação de processos, achamos que havia espaço para trazer inovação e tecnologia para uma área (financeira) que tem tendência a sedimentar em demasia os seus processos em mecânicas excessivamente tradicionais e que emperram o fluxo sanguíneo das empresas ou seja o cash “flow”.

Lançamos assim o Invoice Capture, posteriormente denominado por Invisible Collector/Settler cuja rebranding está neste momento em curso para Invisible Collector visando precisamente afinar cada vez mais o processo de negócio comercial directo e adesão online.

Missão?
Qualquer empreendimento deverá ter presente na sua missão um vector evolutivo. A dívida é um problema que nos afecta a todos e está presente na nossa sociedade quase desde o início dos tempos. Trazendo a “tecnologia” a jogo pretendemos, ter a informação necessária e cada vez mais em tempo real sobre os motivos que levam alguém a entrar em default de modo a prevenir em vez reagir.

Financiamento?
Até ao momento realizamos todo o projecto com capitais próprios e os refinanciamentos são neste momento sustentáveis com a receita que temos de clientes existentes.

Promoção?
Temos trabalhado muito na nossa forma de comunicar. Com o crescimento orgânico que temos tido, a apresentação de portfolio de clientes iniciais, o facto de estarmos já com distribuição nos EUA tem desbloqueado muitos processos.

Numa perspectiva mais indirecta, tentamos também aligeirar o tema, publicando com alguma periodicidade caricaturas de comportamentos típicos tanto clientes/devedores/gestores, de modo a mostrar que um tema eminentemente “aborrecido” pode dar aso a umas boas gargalhadas.
Afinal de contas que não consegue identificar o Wally com um devedor mais “esguio”?

Onde esperam chegar?
Na equipa temos um lema. Todos corremos por gosto, portanto ao invés de olhar para a meta, nós olhamos para o velocímetro e esse tem que estar sempre a crescer. Acreditamos que este projecto tem potencial para uma expansão verdadeiramente global com epicentro nos EUA e UE.

Parafraseando um dos nossos grandes autores (Miguel Torga):
Mas corto as ondas sem desanimar.
Em qualquer aventura,
O que importa é partir, não é chegar.

Como lidaram com a incerteza inicial?
Tentando não desanimar. A persistência é fundamental e nesse sentido tentamos sempre que algo de pior nos sucedia, encontrar as causas desse insucesso no sentido de identificar se se trata de algo estrutural ou se eram necessários mais dados que pudessem contrariar esses episódios negativos.

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?
A equipa. Não apenas para excelente relação que temos mas porque temos visões muito complementares sobre as distintas vertentes de negócio o que se reflecte em muitas das nossas actividades até para com os restantes players envolvidos.

Como já alguém nos transmitiu: uma boa equipa pode fazer de uma péssima ideia um bom negócio mas o contrário já é mais complicado de acontecer...

O que sugerem a quem começa?
Não desprezem o Kevin O’Leary do Shark Tank. É muito importante que exista realidade nos negócios e às vezes gastamos o que não volta mais (tempo) em soluções para problemas que não existem. Sobretudo ter uma noção dos riscos. Tentar inovar num sector existente tem probabilidades de retorno e risco diferentes do necessário para criar um equipamento que cruze multiversos.

Mais informações em Invisible Collector.

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