Util


A UTIL é uma marca de mobiliário para a casa produzida em Portugal que tem vindo a conquistar a Europa.

 

 

O que é/qual é o negócio?

A UTIL desenvolve, produz e comercializa mobiliário e acessórios o nosso dia a dia.Trabalho em estreita ligação com parceiros na indústria Portuguesa que trabalham com diferentes materiais desde a Porcelana, o vidro, a madeira maciça ou o metal. Procuro tirar o máximo partido de estar em Portugal para pesquisar novas pequenas indústrias e parceiros que possam acrescentar valor e qualidade à UTIL. O objetivo a longo prazo será de ter um único canal de vendas online. No entanto, e dada a natureza dos produtos, tenho o pressentimento que terei que procurar novas estratégias.

 

De onde nasceu?

Eu já trabalhei e estudei um pouco por aqui e por ai. Sou licenciado em design de industrial pela ESAD das Caldas da Rainha de onde saltei para milão para um estágio profissional. Regressei a Portugal por um ano ou dois até sair novamente para Roterdão onde trabalhei em pequenos atelier e produtores até voltar a estudar novamente em Lausanne, Suíça na ECAL. A seguir ao mestrado constitui um escritório de design de produto e industrial em Padova com dois colegas. Após dois anos com eles e entre Lisboa e Padova decidi regressar e desenvolver um projeto a partir de Portugal. Isto foi em 2015 que comecei a desenvolver o projeto graças a um programa de aceleração da Sintra Startup. Foi durante esse programa de aceleração que recebi a aprendi os termos de gestão e desenvolvimento de negócios. Tem sido um processo muito interessante e enriquecedor, mas gostaria de passar mais tempo em fábrica e entre a produção!

 

Missão?

Ser uma marca de referência europeia de produtos inovadores e de grande qualidade para o nosso dia a dia demonstrando que simples e inteligentes ideias nos podem dar imenso prazer.

 

Financiamento?

O financiamento foi integralmente pessoal.

 

Promoção?

A promoção é uma parte essencial para o sucesso deste projeto. Já conseguimos validar que há interesse nos nosso produtos, mas agora é preciso chegar ao nosso público e isso é um grande desafio. Como é evidente ninguém quer saber de nós à partida e para contradizer esse facto é preciso ir à luta. Tenho um bom amigo de Marketing e que é um excelente vendedor que me tem dado uma grande ajuda nesse campo. Apesar de estar consciente que essa não é a minha mais valia eu tenho que me adaptar, aprender e dar tudo para que este projeto ande para a frente. É um enorme desafio que tem dado imenso prazer descobrir.

 

Onde esperam chegar?

Inicialmente pretendíamos apostar em feiras internacionais e foi assim que começamos. Em janeiro passado estivemos na Maison & Objet em Paris e foi uma grande prova. De alguma forma eu queria validar o potencial e eventual mercado o mais depressa possível. Não foi um enorme sucesso porque cometemos muitos erros de principiante, mas ajudou a mostrar o caminho. Apesar de não termos fechado tantas vendas como desejávamos tivemos bastantes menções na imprensa nacional e internacional. Como o Observador, Visão, GQ ou Monocle.

 

Como lidaram com a incerteza inicial?

Com muita ansiedade e paciência ao mesmo tempo.

Sabíamos desde o início que este é um projeto a longo prazo e que é preciso chegar ao final do dia com pequenos feitos e ir aprendendo com os erros. Não é esperar que as coisas aconteçam mas ir constantemente à procura de novos inputs e feedback.

 

Vosso maior trunfo? Ingrediente secreto?

Apesar de ainda não termos muito tempo para o fundamenta, mas diria que somos muito resilientes e teimosos qb para a parte de negócio.

No que respeita aos nossos produtos estamos conscientes que ao apostar em jovens designers emergentes e ao desenvolver projeto com eles iremos sempre chegar a resultados interessantes e consequentes para os dias de hoje. A UTIL procura ir ao encontro de designers cuja linguagem e forma de trabalhar se identifique com os valores da marca para podermos em conjunto desenvolver produtos que achamos que façam sentido. Grande parte do desenvolvimento de produto acontece em conversas informais e por isso é importante que identifiquemos com quem trabalhamos. É um luxo poder trabalhar assim.

 

 

O que sugerem a quem começa?

Para todos os efeitos nós é que ainda estamos a começar!

Mas diria que façam bem os trabalhos de casa antes de por um euro que seja. Avaliem, façam perguntas, sejam curiosos e exigentes. Não deixem boas ideias morrer só porque não testaram o suficiente. É importante que no final do dia tenham aprendido sempre qualquer coisa nova.

 

Qual o melhor conselho profissional que já recebeu?

Mais do que um conselho foi uma lição. Aprender a ser consequente com o que fazemos. Fazer bem dá o mesmo trabalho que fazer mal!

 

Mais informações em thisisutil.com.

 

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