Como não ser passivo-agressivo no local de trabalho


Quando lida diariamente com uma chefia ou com um colega do qual não gosta, pode tornar-se difícil evitar ser passivo-agressivo, no entanto, fazê-lo é importante para o bem-estar da equipa mas também por uma questão de profissionalismo. Para o conseguir, evite expressar determinadas frases ou impulsos, e procure um diálogo direto e verdadeiro.


Tanto faz desde que fique feito

Esta frase transmite a ideia de que não respeita o trabalho do outro e que acredita que este não dá o seu melhor, tendo tendência a fazer as suas tarefas de qualquer forma. Para além disso, a frase é normalmente proferida num tom agressivo, não ajudando à sua relação com os colegas.


Então… Já terminou o relatório?

Colocar um “então” antes de qualquer frase dá a sensação de que esperava uma resposta que nunca chegou. Deve compreender que provavelmente a sua mensagem não era importante e de que o colega irá responder assim que possível, sem a necessidade de parar a sua tarefa ou de quebrar a sua concentração. Caso já se tenha passado demasiado tempo e você realmente precise de uma resposta, opte por um “Desculpe incomodá-lo novamente mas preciso mesmo de uma resposta o quanto antes, sabe-me dizer quando o relatório estará terminado?”.


Estava a brincar!

Se tem a necessidade de dizer que estava a brincar, duas coisas aconteceram: foi mal interpretado pelo seu colega devido a uma falta de intimidade ou devido a um comentário impróprio, ou insultou o seu colega e, ao ser confrontado com esse facto, opta pelo relaxado “estava a brincar”. Dizer que não pretendia ofender ou ameaçar o colega não lhe retira culpa, especialmente se a sua intenção foi óbvia e presenciada por outros. Evite esta expressão de todo.


Os resultados não foram os esperados, o que pensa disto?

Eventualmente inocente em determinados contextos, perguntar “o que pensa disto” pode prejudicar a sua relação com a equipa. Quanto um profissional comete um erro ou quando os seus resultados não são os esperados, é importante discutir novos métodos, novas estratégias, e compreender como o profissional pode melhorar, evitando colocando-o numa situação de passo-agressividade. O profissional provavelmente não errou por mal e pode nem saber como melhorar, é a sua função ajudar.


Se existe um problema com uma chefia ou um colega, é importante que este seja discutido entre ambas as partes em privado pois o conflito pode estar a ser causado por um mal-entendido facilmente resolvido. Contudo, nos casos em que isto não é o suficiente, recorrer a comentários passivo-agressivos não irá melhorar a situação.


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